quarta-feira, 18 de setembro de 2013

E aquela velha sensação de que algo escorre pelas mãos ...  busco saber do que se trata, mas minha concentração se perde em meio aos pensamentos, em meu pequeno imenso mundo.

domingo, 25 de agosto de 2013

Algum tempo...

Já faz algum tempo desde a última postagem que fiz aqui. Com tantos pensamento e palavras pairando em minha cabeça, resolve reativar esse espaço.
Tenho pensado muito sobre o 2.9, e as coisas que realizei até aqui. Confesso que essa proximidade com o 3.0 me deixa preocupada. Mas essa preocupação não gira mais ao redor do que os outros pensam sobre mim, mas sim sobre a pessoa que me tornei. Muitos diriam que a essa altura do campeonato já deveria saber quem eu quero ser, mas a cada dia que passa sofro com as mudanças que se abatem sobre mim, e nada permanece estático.
Não estou onde gostaria de estar e não sou a pessoa que gostaria de ser.


"jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados."

domingo, 1 de agosto de 2010

Atormentada pelos sentidos, escrevo!
Palavras desconexas...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

À tempos não escrevo ....

essa modernidade líquida me cansa!

domingo, 11 de outubro de 2009

...um domingo a noite...

E com o cair da chuva...


" Não, você não sabe, você não sabe como eu tentei me interessar pelo desinteressantíssimo"

Caio F.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O velho e o moço.




"Constato enfim...que o passar do tempo, nada mais é que perder as forças em buscas perdidas, amores , lembranças esquecidas e tristezas....essas ...em permanência."






sábado, 24 de janeiro de 2009

Inicialmente...

"... Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira: compreendo, sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe, berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou quem cruzo esses dois portos gelados da solidão é vera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o eterno do perecível, loucos".
Caio F.


As incosntâncias nas quais passo durante os dias e as noites são suficientemente atormentadoras para escrever aqui o que penso!